Desde meados de março deste ano, várias empresas e comércios tiveram que fechar as portas e modificar a maneira como interagir e vender para seus clientes. A Pandemia do COVID 19 já fez milhares de vítimas no Brasil, e continua colocando incertezas na economia. Apesar da situação, muitos setores conseguiram caminhar adiante mesmo em tempos difíceis.

Segundo dados da pesquisa realizada pela Accenture, alguns setores têm maiores chances de resultado rápido e retorno do lucro após o fim da pandemia. Além disso, a pesquisa registrou queda de 60% no faturamento do comércio brasileiro nos últimos meses. Lojistas, setores de roupa, vestuário, bares, comércios ligados a entretenimento e restaurantes também tiveram queda acentuada desde o início do isolamento social.

A pesquisa aponta que alguns setores poderão sofrer uma recuperação lenta, pois os pesquisadores acreditam que a população poderá ainda temer pela disseminação do vírus. Estes setores são: academias, teatros, cinemas, turismo, eventos, viagens e restaurantes. De acordo com a responsável pela pesquisa, Edlayne Burr da Accenture, os clientes dos setores citados acima, poderão demorar alguns meses até voltarem ao seu fluxo normal de rotatividade.

Ainda de acordo com a pesquisa, os setores que terão retorno mais rápido e rentável possivelmente serão os que estão em alta mesmo com a pandemia: serviços de delivery, e-commerce locais, serviços de streaming, clínicas digitais, supermercados, farmácias e serviços de higiene e limpeza. Além disso, a pesquisa ainda aponta que poderá haver um grande estímulo ao pagamento digital, uma vez que neste período o pagamento via modo digital teve grande crescimento e aceitação, já que o dinheiro de papel e moeda foi evitado para não haver maior disseminação do vírus, por possíveis partículas de bactérias que poderiam conter nas notas e moedas.

A maior probabilidade é que o retorno para a economia aconteça em velocidades e tempos distintos para cada setor da economia brasileira. Os setores que tiveram alta durante a crise e, possivelmente poderão se manter em alta após pandemia são: serviços de delivery, e-commerce locais, ensino a distância, entretenimento online, ferramentas para trabalho remoto, nutrição e saúde, telemedicina, plano de saúde e seguro de vida.

Outro fator importante visualizado neste período foram alguns setores que tiveram crescimento “relâmpago”, e que obtiveram grande pico durante a crise, mas poderão ter queda repentina: setores de alimentação e internet banda larga, telefonia, produtos de limpeza, e produtos que ajudam a prevenir a pandemia (álcool em gel e máscaras). Estão listados como áreas que poderão ter queda após a pandemia.

Serviços e produtos que tiveram queda de venda na pandemia, mas que podem ter pico de vendas após a crise possivelmente são: eletrodomésticos, produtos de beleza, roupas, sapatos, acessórios e serviços de beleza como os salões de beleza e procedimentos estéticos.

Já a recuperação mais lenta após o período poderá ser observada nos seguintes setores: viagens e turismo, cinemas e teatro, eventos, hotelaria, academias e restaurantes.

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